Casa Muriti
Fachada e jardim da Casa Muriti
a casa · história · equipe

Uma casa que começou por necessidade e ficou por convicção

Há mais de dez anos a Casa Muriti recebe adultos maiores no bairro São Francisco, em Curitiba.

← Voltar ao Início
sobre nós

Como a Casa Muriti nasceu

A ideia de criar a Casa Muriti surgiu quando a família fundadora percebeu que havia poucas opções para adultos maiores que não precisavam de internação, mas que também não queriam — ou não podiam — ficar sozinhos em casa durante o dia ou por períodos mais longos.

O nome vem de uma árvore nativa do sul do Brasil, conhecida pela sombra generosa e pela madeira resistente. A escolha não foi ao acaso: queríamos um lugar que fizesse sentido para as duas coisas — aconchego e solidez.

Nos primeiros anos, a casa funcionava apenas com o Programa de Manhã. Com o tempo, as famílias começaram a perguntar sobre estadias temporárias, e depois sobre moradia permanente. As modalidades que existem hoje foram moldadas por essas conversas reais, não por um plano de negócios.

Hoje a casa funciona com uma equipe pequena e estável. Preferimos isso a uma equipe grande em rotatividade — para o morador, o rosto familiar ao acordar tem mais valor do que qualquer protocolo.

A família de quem mora aqui é tratada como parte da rotina, não como visita ocasional. Enviamos escritos regulares, mantemos o telefone acessível e organizamos um almoço coletivo mensal para que a sala de jantar pareça, de fato, de todo mundo.

Não somos um hospital, não somos um hotel. Somos uma casa — com tudo o que isso significa de bom e de próximo.

equipe

Quem cuida da casa

MA

Márcia Alves

Coordenadora da Casa

Está na casa desde o primeiro dia. Conhece cada morador pelo nome, pelas preferências e pelas histórias que contam à tarde.

RS

Rodrigo Souza

Responsável Técnico

Cuida da parte operacional e das comunicações com famílias. É quem assina as cartas mensais e atende as ligações da tarde.

VL

Verônica Lima

Cozinheira e Oficineira

Prepara as refeições e conduz a bancada de ofícios toda semana. Diz que cozinhar e ensinar são a mesma coisa — as duas pedem paciência e atenção.

como trabalhamos

Padrões que orientam o dia a dia

Privacidade respeitada

As informações de cada morador ficam com a equipe e com a família — nunca circulam fora desse círculo.

Rotina sem engessamento

Há horários de refeição e programação, mas o morador nunca é obrigado a participar de nada. A agenda existe para dar ritmo, não para cobrar.

Comunicação escrita e direta

Escritos semanais e cartas mensais entregues ao contato familiar. Nada de grupos de WhatsApp com dezenas de membros — uma mensagem clara para quem precisa saber.

Equipe estável

Evitamos rotatividade. O morador merece encontrar o mesmo rosto de segunda à sexta — e saber o nome de quem cuida dele.

Segurança nas instalações

A casa passa por vistoria periódica. Iluminação adequada, pisos antiderrapantes, banheiros adaptados e saídas de emergência sinalizadas.

Relação clara com a família

Na chegada, registramos em papel as preferências, os limites e os contatos da família. Esse registro é revisado a cada mudança relevante de rotina.

nossos valores

Uma casa é mais do que um endereço

No bairro São Francisco, em Curitiba, a Casa Muriti ocupa um sobrado de madeira que já passou por muitas mãos antes de chegar às nossas. Mantivemos o assoalho, as janelas de guilhotina e a árvore no fundo do quintal — porque uma casa com história carrega menos pressa do que um prédio novo.

Acreditamos que adultos maiores merecem escolher como ocupar o próprio tempo. Por isso não construímos uma grade de atividades obrigatórias: há opções para quem quer participar, e espaço silencioso para quem prefere ficar no quarto com um livro.

Acolhemos pessoas a partir de situações bastante diferentes — desde quem precisa de companhia apenas nas manhãs de semana, até quem está procurando um lugar permanente com suporte próximo. Não existe um perfil único de morador, e é exatamente isso que torna a convivência aqui interessante.

Famílias que nos escolhem relatam, principalmente, o alívio de saber que há alguém responsável pela rotina — sem que isso signifique perda de autonomia de quem mora aqui. Essa é a linha que tentamos manter todos os dias.

Quer conhecer a casa de perto?

Passe para uma visita ou ligue para conversar. Não há pressa nem compromisso.

Entrar em Contato